domingo, 8 de março de 2009

Diana Arouca!


Testemunho serparil

A pedido da Margarida escrevo este testemunho, também com a finalidade de dar continuidade a esta iniciativa.
O meu primeiro ano de Serparil foi em 2006. Só conhecia a Inês Pulido Valente e foram as nossas mães que quiseram que nós fossemos. E Graças a Deus que as nossas queridas mães o quiseram e insistiram para que fossemos. O campo correu muito bem e a experiência foi óptima, tanto que fiz campo em 2007 e 2008 também. Não me lembro com muitos pormenores do campo de 2006, até porque tudo o que se falava lá para mim não tinha tanto (ou mesmo quase nenhum) significado como tem agora. Mas sei, que foi o Serparil 2006 que fez com que eu começa-se a ir à missa porque eu queria e não porque os meus pais me mandavam ir. Isto pode não querer dizer nada como pode querer dizer tudo! Jesus dá-te a mão, dá-te a conhecer-Lhe. E durante o campo isso fica bem explícito, e é brutal! Mas depois há que saber agarrar essa “mão”, temos que ir atrás, de procurar e querer saber mais sobre Ele. E eu encontrava, e encontro, isso na missa. Sei que Ele está lá, assim como em todo o lado, mas naquela uma 1h/ 1.30h procuro concentrar-me e procurar-Lo. E digo-vos, é mesmo bom quando sentimos que Ele está mesmo ali ao nosso lado a dar-nos aquela mão outra vez!!!
Foi no Serparil que comecei a minha relação com Jesus, foi aqui que descobri O meu melhor amigo!
Não vou fazer muita referência de como foi cada campo. É uma experiência e um encontro pessoal com Jesus. Cada ano é diferente e marca-nos a cada um de uma maneira especial. Em cada ano descobres uma coisa nova e vais conhecendo-O melhor, o que é mesmo bom!
Quando disse à Margarida:” tens de entrar no espírito” queria dizer “entrega-te”. E esta entrega é feita com Deus e para Deus. É querermos “ser mais” durante, pelo menos, os dia de campo. E é este sentido de entrega que temos que conseguir manter fora do campo: Ser “mais” na família, com os amigos, na escola, para os outros; e assim, ser “mais” aos olhos de Jesus.
Não é fácil, mas para Deus não há impossíveis, por isso é agarrar na força e esperança com que saímos do campo e por mãos à obra!
Um pensamento que me ajuda as vezes a rezar e a agir no dia-a-dia é este: Quando o teu pai ou a tua mãe te pedem alguma coisa, por a mesa por exemplo, tu tens duas hipóteses: ou pões; ou não pões. Se puseres os teus pais contentes, fazendo o que eles te pedem, e quando precisares de algum favor vai ser muito mais fácil que eles o façam. Se não puseres os teus pais tristes ou desiludidos, não fazendo o que eles te pedem, as coisas tornam-se mais complicadas. O mesmo se passa com o Pai e a Mãe do Céu: Se fizeres o que te pedem, ou pelo mesmos, esforçares-te por fazeres, vão ficar mesmo contentes. E acho que só de imaginar um sorriso de Jesus por uma atitude boa que tiveste ou um sorriso de Maria porque rezaste um terço, acho que já é motivo para fazermos tudo o que Ele nos pedir!!!
Não nos podemos esquecer que “tens uma missão nas tuas mãos”; SER LUZ DO MUNDO. E pensem, os Apóstolos eram muito menos que nós e pegaram fogo ao mundo. Nós somos tantos…é muito mais fácil!

Grande beijinho a todos
Diana Arouca

3 comentários:

Catarina disse...

Diana obrigadissimo por continuares com esta iniciativa, gostei imenso do que li. Tne toda a razão quando dizes "Não nos podemos esquecer que “tens uma missão nas tuas mãos”; SER LUZ DO MUNDO. E pensem, os Apóstolos eram muito menos que nós e pegaram fogo ao mundo. Nós somos tantos…é muito mais fácil!" sermos mais é uma vantagem para conseguirmos levar a mensagem de Deus a mais pessoas, pegar fogo a outros corações. Grande beijinho e muitos parabéns!

Anónimo disse...

Arrasaste dianinha...
Podias escrever todas a semanas, que nao me cansava :) beijinho, lua

Anónimo disse...

Em grande didi, obrigado aqui de barcelona
(bernardo trocado)